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despesa médica na mira |
As despesas médicas com consultas, clínicas, laboratórios e hospitais podem fazer a festa da Receita Federal na hora de checar as informações incluídas nas declarações de renda do contribuinte pessoa física. Tudo começa com um documento batizado de DMED (declaração de serviços médicos de saúde) que deve ser entregue ao leão pelas operadoras de saúde e os prestadores de serviços médicos e odontológicos. Se os dados divergirem da declaração do usuário, o resultado é a malha fina. Os consultores contábeis alertam as empresas e os contribuintes para ficarem atentos à veracidade dos recibos apresentados. As empresas que prestam serviços de saúde no mercado privado, incluindo as operadoras com registro na Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), têm até 30 de março para enviar a DMED à Receita. A exigência do documento, criado há dois anos, tem o objetivo de rastrear as despesas médicas declaradas pelos contribuintes pessoa física na declaração do IR. O mecanismo é simples: ao cruzar os dados da Dirf (declaração de Imposto de Renda Pessoa Física) com a DMED, o fisco poderá checar se as deduções com gastos médicos-hospitalares estão corretas. Uma forma de barrar a sonegação de impostos. Amadeu
Matiello, consultor contábil da Confirp, alerta que os contribuintes
devem andar na linha em relação às despesas médicas
porque são um dos principais alvos da fiscalização.
O fisco reforça a vigilância para evitar que os recibos médicos
sejam usados indevidamente para comprovar despesas inexistentes. O consultor
recomenda que o contribuinte guarde os recibos médicos por um ano
para apresentar se cair na malha fina. Saiba
mais (Diário de Pernambuco Online) |